Vídeo de Hugo Barbosa e Pamela Gallo
Mostrar mensagens com a etiqueta Decomposition. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Decomposition. Mostrar todas as mensagens
31.7.14
27.7.14
DECOMPOSITION | Paulo Castro
Excerto de som do ensaio de "Decomposition", de Paulo Castro, a última obra produzida pela companhia australiana Stone/Castro, e que teve estreia nacional no Citemor.
Graysson Millwood interpreta o tão esperado D. Sebastião que conversa com uma mulher (Jo Stone), e juntos fazem discursos políticos, movem-se como fantasmas, cantam como pássaros, choram como crianças, chantageiam-se mutuamente e falam da guerra como se de uma piada se tratasse.
Graysson Millwood (Austrália) foi bailarino no Australian Dance Theater e trabalhou com a coreógrafa alemã Sasha Waltz. Jo Stone, bailarina australiana, e Paulo Castro criaram, em 2003, em Berlim, a companhia Stone/Castro e juntos fazem um teatro contemporâneo com um humor único e corrosivo.
Etiquetas:
Decomposition,
Graysson Millwood,
Jo Stone,
Negócio/ZDB,
Paulo Castro,
Stone/Castro,
TAGV
26.7.14
24.7.14
23.7.14
Decomposition | Dj Tr!p
Música original de Dj Tr!p, produzida para o espectáculo "Decomposition", de Paulo Castro. A obra da companhia australiana Stone/Castro tem estreia nacional no Citemor, nos dias 24 e 25 de Julho, no TAGV (Coimbra) e nos dias 26 e 27 de Julho, na ZDB (Lisboa)
Etiquetas:
Decomposition,
Dj Tr!p,
Paulo Castro,
Stone/Castro,
TAGV
17.7.14
Paulo Castro regressa a Coimbra
Dono de uma linguagem muito própria, Paulo Castro apresenta-nos um teatro provocador e marcado por um humor corrosivo. Com uma ligação muito emotiva com Coimbra, Castro volta à cidade e ao Citemor com “Decomposition”, uma estreia nacional que parte da figura de D. Sebastião. O espectáculo decorre nos dias 24 e 25 de Julho, às 21h30, no TAGV, em Coimbra
Paulo Castro nasceu em Vila Real e foi parar ao teatro no ensino secundário devido a um erro de secretaria. Na verdade, queria seguir música. Mais tarde, já no Porto, opta por estudar cinema e profissionaliza-se como actor no Teatro Experimental do Porto. Data deste período a sua primeira encenação, "Beckett", apresentada no Citemor, em 1992. Com um percurso muito ligado a Coimbra, onde trabalhou com o Teatro dos Estudantes da Universidade de Coimbra (TEUC) e com a Escola da Noite, na década de 90, Paulo Castro mantém com a cidade dos estudantes uma relação emotiva. "Fiz algumas direcções para o TEUC, de peças de Fassbinder e Arrabal. Foi em Coimbra que realmente eu dei o salto", conta o actor e encenador. Regressa ao Porto em 1996 para integrar o elenco do Teatro Nacional de São João (TNSJ), onde trabalhou como actor em várias obras sob a direcção de Ricardo Pais, Giorgio Barberio Corsetti e José Wallenstein. "Ricardo Pais tinha-me visto como actor numa peça d’A Escola da Noite, "A Visitação", e convidou-me para entrar no "Dom Duardos", a primeira produção do nacional [TNSJ]. O salto para o TNSJ é o resultado de muito trabalho", lembra. Foi no TNSJ que encenou "Vermelhos, Negros e Ignorantes", de Edward Bond.
Paulo Castro muda-se para Berlim, onde rapidamente encontra espaço e colaboradores para os seus projectos e onde cria “B-File” e “Wake Up Hate”, obras com larga difusão por toda a Europa. É na cidade alemã que conhece Jo Stone, bailarina e actriz de origem australiana, com quem vem a casar. Começaram por trabalhar juntos num espectáculo de Vera Mantero e, em 2003, fundam a companhia Stone/Castro. Mudam- se para a Austrália em 2006, onde se apresentam regularmente nos mais importantes teatros e festivais do país. Provavelmente o mais internacional dos encenadores portugueses (Público, 2010), Paulo Castro teve os espectáculos "B-File" (2007) e "Tom the Loneliest" (2010) nomeados para os Melbourne Green Room Awards, prémios importantes para o teatro na Austrália. É também na Austrália que Castro produz os espectáculos “Superheroes” e “Blackout” para o Festival Internacional de Adelaide. A par do trabalho da companhia, Paulo Castro e Jo Stone continuam a colaborar com outros grupos, nomeadamente com o Les Ballets C de la B (Ghent, Bélgica), com o Teatro Nacional D. Maria (Lisboa, Portugal), com o Teatro Nacional de São João (Porto, Portugal), com o Chunky Move (Melbourne, Austrália) e com o Schaubhne (Berlim, Alemanha), ente outros. Apesar da distância, Castro manteve a ligação com Portugal, trabalhando com o Centro Cultural de Belém, a Fundação Serralves, o Festival Alkantara e com o Citemor, onde apresentou, em 2011, a obra "Massacre, com John Romão.
Com uma linguagem muito própria, Castro acredita que é essa singularidade que contribui para a aposta no seu trabalho e que, por isso, sempre se preocupou em não copiar alguém. Assumidamente influenciado pelo teatro alemão, pelos pioneiros do teatro expressionista, sobretudo Heiner Muller, Paulo Castro apresenta obras provocadoras e marcadas por um humor corrosivo. "Algumas pessoas dizem que o meu teatro é muito violento. É a força da vida, porque se esta sociedade é violenta, então o meu teatro, por ser contemporâneo, tem que ser violento", explica o artista. Por outro lado, Paulo Castro tem muitos admiradores do seu estilo. No entanto, não pretende fazer escola: " a alternativa acaba quando se torna ortodoxia", finaliza.
Paulo Castro está de volta a Portugal com a estreia nacional no Citemor de “Decomposition”, nos dias 24 e 25 de Julho, em Coimbra. A obra, que teve estreia absoluta em Julho de 2013, no State Theatre SA (Adelaide), só é possível graças ao apoio do Governo da Austrália do Sul, através do departamento ARTS S.A.
7.7.14
COMUNICADO
Considerando os pedidos de informação por parte de alguns órgãos de comunicação social e dos públicos, relativos à edição de 2014 do Citemor, cumpre-nos informar a razão pela qual o programa ainda não foi anunciado.
A realização do Citemor neste Verão está condicionada pelos resultados dos concursos pontuais da DG Artes, que contemplavam acções a decorrer após 1 de Julho. Sabemos agora que os resultados deverão ser conhecidos durante a primeira quinzena de Julho. O Citemor encontra-se na contigência de ter que decidir o seu programa antes de os resultados serem publicados, um risco que não pode correr.
Neste momento, podemos avançar que o festival terá início a 24 de Julho, às 21h30 em Coimbra, no TAGV, com a estreia nacional de "Decomposition", da companhia Stone/Castro, continuando com o concerto de Melhor Amigo, duo constituído pelos bailarinos António Pedro Lopes e Guilherme Garrido, no Salão Brazil, às 23h30. O programa previsto, que deverá estender-se até 9 de Agosto, propõe apresentações, para além de Montemor-o-Velho e Coimbra, também em Lisboa e Porto.
O Citemor agradece a compreensão dos artistas e colaboradores envolvidos, da comunicação social e dos públicos, apontando mais informações em relação ao programa para 15 de Julho.
Etiquetas:
citemor,
Decomposition,
Melhor Amigo,
Paulo Castro,
Salão Brazil,
TAGV
Subscrever:
Mensagens (Atom)











