29.7.18

DIANA GADISH // LUCY LIVE

© Jordi Oset 

DIANA GADISH // LUCY LIVE
Qui 2 Ago 22:30 // Garagem Auto Peninsular, Figueira da Foz

A estética de cabaret, café-teatro e “vaudeville” é utilizada como estereótipo de entretenimento. No entanto, o típico espetáculo de entretenimento acaba por não se materializar, Lucy, a protagonista, não é capaz de entreter o seu público como supostamente deveria fazer. Justamente desta incapacidade, surge algo novo, um mundo cheio de possibilidades de ações que vão para além do pré estabelecido, criando-se uma atmosfera indiscernível onde a precariedade acaba por revelar a sua beleza.


Criação e interpretação: Diana Gadish
Assistência artística: Amaranta Velarde, Miner Montell e Esther Freixa. 
Desenho de luz: Joana Serra / Daniel Miracle 
Fotografia: Jordi Oset 
Apoios: Antic Teatre, CRA'P, Asociación Cultural Casa de Cent

www.dianagadish.com

25.7.18

MÓNICA VALENCIANO // IMPRENTA ACÚSTICA EN (14 BORRONES DE UNA) APARICIÓN

© Coral Ortiz

MÓNICA VALENCIANO // IMPRENTA ACÚSTICA EN (14 BORRONES DE UNA) APARICIÓN
Sáb 28 Jul 22:30 // Sala B, Montemor-o-Velho
(residência de criação, estreia nacional)


Monica Valenciano: biografía curta na primeira pessoa
Danço… como quem escava no corpo, transpondo obstáculos, abrindo novos circuitos possíveis que me permitem aceder à sua voz… a voz do corpo escondido no corpo que dança, movo-me ao encontro das suas possibilidades acústicas, através da respiração do movimento, o corpo que se evola, polifónico, dilatando o contacto entre a pele e o espaço, assisto à descoberta de texturas, tonalidades, qualidades que emergem num processo de revelação desde a prática quotidiana no momento da escuta do corpo, como instrumento musical, ou… lugar de ressonâncias.
Continuo a explorar na escrita do movimento, na formulação de uma linguagem que não trata de explicar nada, mas sim de implicar… convocando o encontro. Desde a capacidade de perceção do instante, encontrar esse estado de presença no espetador.
Anseio pela possibilidade de habitar qualquer espaço, a colaborar com o ato de aparição.
Assim, construir, desvelar o tecido de um espaço para que algo apareça, é quase o movimento fundamental.
Aprendo, em cada dança, a desaparecer melhor.

Em jeito de SINOPSE
“Este encontro propõe-se, a partir de um mapa cartográfico, a transitar, viajando através de um leque de imagens… correspondência aberta, cartas de uma dança na formulação do seu próprio tecido. Entoações de um gesto, ritmos de um contacto, deslocações de uma ausência que joga. Corpografias de uma rede ao encontro dessa geografia que se abre em direção ao interior…Corpos de uma voz, ramificando-se em planos múltiplos. O espaço como protagonista vincula-nos no que deixa… a pele desse espaço que toca capaz de alojar um alvo inesperado…e ali onde o olhar nos convoca prende a sua visão: a baralhar… revelações orquestrais e a contratempo o alvo é um circo de olhos, começa no vazio. A pedrada é outono… cruzando o canto vindo de uma lágrima, dança, escuta a paragem marcando o ritmo do tempo. O medo desbota?… Um ponto ladrando soa na saliva e, o testemunho passeando no fundo dos teus olhos…”
MÓNICA VALENCIANO


Direcção e Interpretação: Mónica Valenciano
Assistência de Direcção: Raquel Sánchez
Desenho de Luz: Cristina Libertad Bolívar
Música: Anton Webern 
Produção Executiva: Jorge Rúa 
Audiovisual: Marta Blanco 
Secretariado: Norma Kraydeberg
Assessoria e Documentação: Cristina Marroquino
Apoios: Naves Matadero, L'animal a l'esquena, Teatro Ensalle e Estudio 3.

24.7.18

CAROLINA CAMPOS + MÁRCIA LANÇA // NOME

© Vagar

CAROLINA CAMPOS + MÁRCIA LANÇA // NOME
Sex 27 Jul 22:30 // Casa Catela, Montemor-o-Velho

Partimos do universo das imagens antigas, abandonadas em feiras, esquecidas, deixadas para trás. Agarramos nesse fragmento de mundo para o deslocar no tempo, resignificá-lo, dar-lhe um sentido diverso do da sua origem, fazendo-o explodir em diferentes direções e sentidos. Percebendo essas imagens como ficções que contém realidades, e não o contrário, construímos um território de trabalho onde verdade e mentira se tocam e se confundem, onde aceitamos a ideia de que uma vida qualquer é construída por narrativas inventadas e que o futuro de uma imagem serve também, para reescrever o seu passado. Olhar para a vida das imagens desta perspectiva levou-nos a construir biografias inventadas, reconstruir fatos, fazer ficção ultrapassando os limites entre o que é nosso e o que é de outros. Este trabalho propõe o exercício de imaginar que a nossa memória e o nosso esquecimento, aquela matéria absolutamente indispensável para nos tornarmos singulares, podem estar em qualquer corpo, em qualquer vida, num outro qualquer.

Criação e Performance: Carolina Campos e Márcia Lança
Acompanhamento Dramatúrgica: João Fiadeiro
Desenho de Luz: Tasso Adamopoulos
Produção: VAGAR
Co-produção: Negócio ZDB e Atelier Real
Apoio: Fundação GDA 

Carolina Campos e Márcia Lança são artistas associadas do Atelier Real.
Agradecimentos Leonardo Mouramateus, Daniel Pizamiglio, Stephan Jurgens, Martha Morais, Sinara Suzin, Zaratan Arte Contemporânea, Gonçalo Alegria, Rua das Gaivotas6, Sara Vaz, Patrícia Almeida, Adaline Anobile, DuplaCena, Hugo Barros, Ana Félix, Alfredo Haidar, Ivan Haidar, Carlinhos Santos, Paula Giusto, Cia. Matheus Brusa, Rene Mantiñan.

vagar.pt

23.7.18

INÊS CAMPOS // COEXISTIMOS


© Raphaël Decoster

INÊS CAMPOS // COEXISTIMOS
Qui 26 Jul 22:30 // Teatro Esther de Carvalho, Montemor-o-Velho


Coexistimos é uma colagem de metáforas sobre o desafio de ser só um e querer ser tantos. Ser o tigre e o domador, um palhaço triste e um ataque de riso, viver vários corpos, querer ser a realidade dos seus sonhos. Como uma onda no mar, passar por estados temporários e estar inteiramente presente em cada um deles. O vaguear é um fim em si mesmo, Um frenesi tão bom que parece magia. E é, claro.

Exprime a crença firme de que as artes são promíscuas e gostam da companhia umas das outras. Tem dança, teatro, cinema, manipulação de objectos, arquitectura em movimento e artifícios variados que tentam criar uma sucessão de ilusões.

Assume a forma de 11 quadros, com linguagens que procuram manter-se autónomas e a salvo de contaminação mútua, e que surgem como pop-ups, cortando amarras com o bloco precedente e nada antecipando aquele que se lhe há-de seguir.

É um desafio:
1. Congelar um momento no mundo e viver vários corpos: suas caras, objectos, ecossistemas, cérebro e coração.
2. Multiplicar as perspectivas de cada situação por meio de passagens rápidas por uma multitude de personagens ou de estados temporários não ligados entre si e todos eles equiparados
3. Expor o ego como se fosse uma onda no mar, que vemos avançar, mas não corresponde, na realidade, a água que avança, é uma ilusão. É apenas o efeito que resulta por várias porções de água executarem um movimento circular que vão transmitindo a outras porções de água à sua frente.
4. Ligação intuitiva entre as coincidências e por livre associação de ideias.
5. Revisitar o passado através de sonhos escritos, desafios, de finições de beleza, cartas em papel, personagens, bichos, sinalética da estrada, letras de canções, esquemas, polifonias.
6. Usar uma linguagem visual com base numa colagem de metáforas que representam sonhos, coisas descaradamente auto-biográficas, memórias de infância e obsessões repletas de simbolismos ocultos, fetiches e imagens de animais.
7. Interpretar a realidade como se fosse uma metáfora que, a partir do que é do domínio dos sentidos, nos revela o que a transcende. As metáforas ajudam a que o intelecto deixe de «obscurecer» a mente com as suas interpretações lógicas, permitindo que se possa intuir, na vida, a manifestação do que nela há de mais profundo e misterioso.
8. Acreditar sinceramente em qualquer coisa a cada momento. Depois deixar que aquilo em que acreditamos vá mudando. O objectivo da vida é viver feliz. O vaguear é um fim em si mesmo.


Concepção e Interpretação: Inês Campos 
Sonoplastia: Filipe Fernandes e João Grilo
Desenho de Luz e Operação: Mariana Figueroa
Projecção e Desenhos: Raphael Decoster
Adereços e Cenografia: Inês Campos, Mariana Figueroa e Marta Figueroa
Aconselhamento Artístico: Pietro Romani
Apoio Financeiro: Teatro Municipal Do Porto
Residências: Teatro do Campo Alegre, Companhia Instável, Högskolan För Scen Och Musik Gothenburg, Teatro de Ferro, Devir Capa, Free Flow, Bando dos Gamboeiros
Agradecimentos: António Campos, Miguel Carneiro, Jorge Soares, Jas, Johannes Hallikas, Maria Lis, Feio, Ni Araújo, Tiago Candal, Teia Campos, Tânia Carvalho, João Calixto

eira.pt

21.7.18

PAULA DIOGO // SOBRE LEMBRAR E ESQUECER




© João Tuna

PAULA DIOGO // SOBRE LEMBRAR E ESQUECER
Sáb 21 Jul 21:30 // Teatro Académico de Gil Vicente, Coimbra

Nos últimos 5 anos de vida a minha avó perdeu as faculdades muito rapidamente. Ela que sempre tinha sido uma mulher ativa e independente viu gradualmente o seu corpo e a sua cabeça deixarem de obedecer da maneira habitual. Para a obrigar a recordar-se de quem era, a minha tia arranjou um caderno onde lhe pedia para escrever um pouco da sua história: o nome, com quem era casada, onde vivia e onde tinha vivido até à data, onde tinha estudado, onde tinha nascido, onde tinha trabalhado, o número de filhos, netos e bisnetos que tinha e todos os seus nomes, etc. Penso que este poderia ser o ponto de partida para um espetáculo sobre as tarefas que inventamos para organizar as nossas lembranças e para as obrigarmos a moverem-se para uma zona de luz.
Esta investigação sobre a memória e o esquecimento, realizada por cinco criadoras-intérpretes vindas de lugares e experiências distintas, é o primeiro capítulo de uma trilogia inspirada pelo livro “Les Formes de l’oubli” do antropólogo Marc Auge.
Três espetáculos para refletir sobre o modo como as lembranças operam nas nossas vidas: o que escolhemos recordar ou esquecer, ou o que somos capazes de recordar e esquecer. Por hábito, por condicionamento, por autopreservação, por acidente. Nós somos as nossas memórias. E se as nossas memórias não são mais que um produto da nossa imaginação (como disse André Breton), o que somos nós então?
Paula Diogo

(A Sobre lembrar e esquecer seguir-se-ão outros dois espetáculos: “A estação de outono” com Paula Diogo e Alexander Kelly e “Paisagem” com Paula Diogo e Tónan Quito).


Direção de projeto: Paula Diogo 
Criação: Estelle Franco, Mariana Ricardo, Masako Hattori, Paula Diogo e Sónia Baptista 
Interpretação: Estelle Franco, Masako Hattori, Paula Diogo e Sónia Baptista 
Apoio dramatúrgico: Alex Cassal 
Desenho de luz: Daniel Worm d'Assumpção 
Espaço cénico: Bárbara F. Fernandes e Frame Colectivo 
Fotos: João Tuna 
Legendagem: Patrícia Pimentel 
Produção executiva: Daniela Ribeiro 
Coprodução: Má-Criação e Teatro Maria Matos 
Apoio à criação: Arquipélago - Centro de Artes Performativas (Açores), Câmara Municipal de Lisboa / Polo Cultural das Gaivotas / Boavista, Causas Comuns, Centro de Criação de Candoso (Guimarães), O Espaço do Tempo (Montemor-o-Novo), Fórum Dança 
Apoio financeiro: Governo de Portugal / Direção-Geral das Artes, Fundação Calouste Gulbenkian 
Digressão: Festival Gil Vicente, Centro Cultural Vila Flor, Guimarães, Festival CITEMOR, TAGV/Coimbra

Espetáculo em português, francês, japonês, inglês e espanhol com legendagem em português
M/12; 80'

17.7.18

RAFAEL ALVAREZ // NA ONDA DA DISTÂNCIA

RAFAEL ALVAREZ // NO INTERVALO DE UMA ONDA, seguido de NA ONDA DA DISTÂNCIA
Sex 20 Jul 21:30 // Teatro de Bolso do TEUC, Coimbra
 


[ante-estreia]
NA ONDA DA DISTÂNCIA, de um lado e do outro, dois corpos em forma de haiku navegam em silêncio por uma dança frágil que é onda e maré de encontros e desencontros. Perto e longe, os dois mergulhadores descobrem-se num diálogo invisível de memórias e histórias que não nos pertencendo invadem os nossos imaginários. Um espectáculo de papel desenhado a partir de uma dança aberta de sentidos e mergulhos noutras leituras – longe e perto, mais perto do que longe, a oriente e a ocidente, os dois intérpretes de um e de outro lado do oceano, trazem à superficie um mar de ilusões. Na onda da distância e à distância de uma onda que se aproxima, descobrem e revelam sombras e fantasmas. Nos seus corpos e mundos flutuantes naufragam desejos de memórias invisíveis escritas e respiradas no silêncio do espaço vazio do palco de papel que esconde e revela o movimento que os abraça. E no intervalo de uma onda dão lugar ao encontro (de uma outra onda).
RAFAEL ALVAREZ


Direcção Artística e coreografia: Rafael Alvarez
Criação e interpretação: Rafael Alvarez e Yuta Ishikawa
Direcção Técnica e Desenho de Luz: Nuno Patinho
Produção e Difusão: BODYBUILDERS | Rafael Alvarez
Gestão Financeira: Sara Lamares
Assessoria de Imprensa: Mafalda Simões
Fotografia de Cena: Elisabeth Vieira Alvarez
Coprodução: 23 Milhas – Ílhavo e BODYBUILDERS
Apoios em Residência: Le Carreau du Temple (Paris), Ryogoku Bear (Tóquio), Rimbun Dahan (Malásia), Estúdios Vitor Córdon / CNB (Lisboa), EIRA / Teatro da Voz (Lisboa), O Espaço do Tempo (Montemor-o-Novo)
Acolhimentos: Citemor Festival / TEUC, Ryogoku Bear (Tóquio), FIAR/Cine-Teatro São João (Palmela), Auditório Municipal Augusto Cabrita / Câmara Municipal do Barreiro (Barreiro)
Parcerias: Escola Superior de Artes e Design – Caldas da Rainha / Instituto Politécnico de Leiria, Escola das Artes / Universidade de Évora, CHAIA – Centro de História de Arte e Investigação Artística, Escola Superior de Dança / Instituto Politécnico de Lisboa, FIAR – Palmela, Plural_Companhia de Dança / Fundação LIGA, EIF/E) – Escola Informal de Fotografia (Espectáculo)
Apoio: Camões – Centro Cultural Português em Tóquio / Embaixada de Portugal em Tóquio
Apoio à Internacionalização: Fundação Calouste Gulbenkian

13.7.18

RAFAEL ALVAREZ // NO INTERVALO DE UMA ONDA











© Elisabeth Vieira Alvarez

RAFAEL ALVAREZ // NO INTERVALO DE UMA ONDA, seguido de NA ONDA DA DISTÂNCIA
Sex 20 Jul 21:30 // Teatro de Bolso do TEUC, Coimbra


NO INTERVALO DE UMA ONDA revela-se através de um diálogo silencioso de escuta e de observação. A experiência estética do exercício da viagem materializa-se numa escrita coreográfica e plástica do invisível, do indizível, do imanente, do efémero, do frágil e do intuitivo. Nesta primeira viagem a Tóquio coleccionam-se e cruzam-se referências e impressões, obras e narrativas que alimentam o espólio de imaginários e imagens em torno do país do Sol nascente. A partir do meu olhar exótico deixo-me guiar pela acumulação de lugares comuns e clichés de uma certa imagem (ocidental) do Japão e simultaneamente mergulho num mar de descobertas e revelações engolido pela megalópole de Tóquio. 
Uma imagem iniciática motiva a criação deste solo, permanecendo invisível, mas presente ao longo do projeto – “A Grande Onda de Kanawaga”, obra icónica do pintor japonês Hokusai criada em 1830 e reproduzida a partir de meados de 1870 através de uma série de litografias partindo da técnica tradicional de estampa japonesa, conhecida por Ukiyo (literalmente, “mundo flutuante”). Neste mundo flutuante nada é demasiado pequeno ou insignificante para deter a nossa atenção. Este solo de sombras, evocações e máscaras cuja onda de Hokusai permite corporalizar é um convite duplo à viagem e à quietude.
RAFAEL ALVAREZ
Direcção Artística, Coreografia, Interpretação, Cenografia, Vídeo e Figurino: Rafael Alvarez
Colaboração Artística (interpretação vídeo): Kotomi Nishiwaki
Direcção Técnica e Desenho de Luz: Nuno Patinho
Gestão e Produção: BODYBUILDERS / Rafael Alvarez
Assessoria de Imprensa: Mafalda Simões
Fotografia de Cena: Elisabeth Vieira Alvarez
Sonoplastia a partir de: Invitation au Voyage de Baudelaire, Unon.To de Yoko Ono, La Mer de Debussy, Sayonara de Irving Berlin (por Miyoshi Umeki)
Coprodução: Festival Temps d'Images/Duplacena e BODYBUILDERS
Apoios em Residência: Ryogoku Bear (Tóquio), Ko Murobushi Archive (Tóquio), Micadanses (Paris), Le Carreau du Temple (Paris), Teatro Municipal do Porto Campo Alegre (Porto), EIRA / Teatro da Voz (Lisboa), O Espaço do Tempo (Montemor-o-Novo)
Acolhimentos: BUoY Arts Centre (Tóquio), Ryogoku Bear (Tóquio), BUKATSUDO (Tóquio),Negócio / ZDB (Lisboa), Auditório Municipal Augusto Cabrita (Barreiro)
Parcerias: Escola das Artes / Universidade de Évora, Escola Superior de Artes e Design – Caldas da Rainha / Instituto Politécnico de Leiria, Escola Superior de Dança / Instituto Politécnico de Lisboa
Patrocínios: FUJIFILM Portugal, Companhia Portugueza do Chá – Vieira & Pinto
Apoio à Internacionalização: Fundação Calouste Gulbenkian
Projecto cofinanciado pela Direcção-Geral das Artes / Governo de Portugal – Ministério da Cultura


Mais informações www.citemor.com

10.7.18

O Citemor arranca com o concerto de abertura de IVO DIMCHEV



 A música arranca em força na edição de 2018, estabelecendo uma ligação fundamental com a dinâmica identitária do festival, dando a conhecer ao público português o búlgaro IVO DIMCHEV, um artista emblemático presente regularmente nos principais palcos das artes performativas.

O seu trabalho é uma intensa e colorida mistura de performance art, dança, teatro, música, ilustração e fotografia. Autor de mais de 30 espectáculos - quase sempre geradores de controvérsia - para os quais compôs e interpretou inúmeras canções, Ivo Dimchev começou a apresentar estas músicas em concerto e gravou posteriormente dois discos: “Songs from my shows - Live” e “Sculptures”.
Detentor de uma ampla tessitura vocal, muito flexível, que usa de forma sublime, combina um registo operático com uma estética pop e as sua composições revelam uma estrutura invulgar, com uma forma próxima da música expressionista.

Dimchev é a personificação do artista em permanente metamorfose, com a sua múltipla identidade. Recentemente adoptou I-VO como assinatura para a sua obra musical, que apresentará em concerto no Teatro Académico de Gil Vicente, quinta-feira, 19 de julho, às 21:30.

Mais informações www.citemor.com

7.7.18

40º Festival de Montemor-o-Velho

Citemor – 40º Festival de Montemor-o-Velho
19 JUL_ 11 AGO_ 2018
Montemor-o-Velho // Coimbra // Figueira da Foz

No acesso a todos os espectáculos é o espectador que define o preço do bilhete.

Mais informações em www.citemor.com